Não sei qual a minha razão para ainda esperar alguma coisa de ti. Agora que atingi a maioridade, o que me prende a ti é nada. Não tenho problemas em admiti-lo, sempre foi assim e sempre será. Agora é o adeus, pessoa a que supostamente devia chamar pai.
1 comentário:
quando li isto, lembrei-me que parecia eu a falar à uns dois anos atrás :), com o tempo, mudei as minhas opiniões.
beijinhos *
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